Secretaria de Educação adquire 46 mil exemplares de livros para o acervo das bibliotecas das escolas municipais

A Secretaria Municipal de Educação adquiriu 46 mil livros paradidáticos que irão compor os acervos das bibliotecas de todas as unidades escolares de Mogi Guaçu. Na última quinta-feira, 26, foi iniciada a entrega dos exemplares durante um evento simbólico para os alunos da Emef “Prof.ª Anira Franco de Campos”, no Jardim Esplanada. O ato contou com a presença do prefeito Rodrigo Falsetti, do secretário da pasta, Paulo Paliari, e da contadora de histórias, Sandra Lima.

Serão beneficiadas com a aquisição dos livros 25 Emefs (Escolas Municipais de Ensino Fundamental), 32 Emeis (Escolas Municipais de Ensino Infantil), 21 CEIs (Centros de Educação Infantil) e, ainda, a FEG (Fundação Educacional Guaçuana), a APAE (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) e o Ceape (Centro de Apoio Pedagógico Especializado). O material contribuirá com o aprendizado de 18.493 estudantes.

Paulo Paliari contou que os 46 mil exemplares foram adquiridos por meio de recursos próprios da Administração Municipal. “Trata-se de uma compra inédita, nunca antes feita nessa proporção. Há mais de uma década não era investido recursos nessa área tão importante para o desenvolvimento dos nossos alunos”, falou.

O objetivo é incentivar a prática de leitura através de projetos que desenvolvam as habilidades interpretativas, de raciocínio, concentração, expressão e criatividade, entre outras. Um dos projetos que ganha aporte a partir dessa compra é o de Leitura Colaborativa – em que os alunos estudam um determinado texto juntos, com a mediação do professor. Trata-se de um projeto já realizado pelos docentes da rede e que tem, efetivamente, o papel de “ensinar o aluno a ler”. É por meio dessa atividade que o professor mostra quais são as estratégias para que o contato entre o leitor e o texto vá além da decifração do código. Ele precisa orientar os estudantes e prepará-los para utilizarem procedimentos e comportamentos leitores que os capacitem a atribuir sentido ao que foi escrito pelo autor e o contato com o livro físico facilita a concentração necessária, é mais agradável à vista, desenvolve a memória espacial, além de possibilitar que as ilustrações “conversem” com o texto de forma mais palpável.

A soma de todos os benefícios desse investimento certamente se refletirá nos índices das avaliações internas e externas, como o SAEB e o SARESP, instrumentos essenciais que medem a aprendizagem dos estudantes. Porém, o mais importante, o primeiro intuito da SE, é a construção do indivíduo consciente, capaz de entender o mundo e um livro é, sem dúvida, essa porta de entrada para os infinitos saberes que despertam toda a potencialidade humana.